De Nancy Clark para Runner’s World
A nutricionista Nancy Clark dá 10 dicas que todos os corredores devem saber se eles querem perder alguns quilos mais.
1 Para perder 10 quilos de gordura corporal de um ano, você precisa comer 100 calorias a menos por dia. Corte muitas calorias de sua ingestão diária de seiva seu nível de energia e aumentar a sua fome, tornando você mais suscetível a splurging em alimentos altamente calóricos.
2 Não pule o café da manhã.
3 Na verdade, coma mais no café da manhã do que você acha que deve. Reduza algumas calorias no jantar para consumir mais calorias no café da manhã.
4 Não se permita ficar com fome. Coma, pelo menos a cada quatro horas e divida uma refeição ao meio para ter certeza que você terá combustível suficiente antes e depois da corrida. Por exemplo, você pode comer parte do seu café da manhã antes de sua corrida matinal (a banana) e o restante do seu café da manhã depois (um pão com manteiga de amendoim).
5 Coma pelo menos três tipos de alimentos em cada refeição destas quatro categorias: pães, cereais e grãos, frutas e verduras e lácteos com baixo teor de gordura. Pães, cereais e grãos devem ser a base de cada refeição, com proteína como um acompanhamento.
6 Faça treinamento de tiro para uma perda gradual de gordura corporal.
7 Líquidos adicionam calorias rapidamente e pode levar ao ganho de peso. Minimize a quantidade de refrigerantes, sucos calóricos, bebidas isotônicas, café e álcool que você consome.
8 Coma alimentos mais naturais, como frutas, verduras e grãos integrais. Reduza a quantidade de alimentos processados que você ingere, pois eles tendem a oferecer menos fibras e sacia menos a fome.
9 Se você não resiste à fastfood, peça informações nutricionais antes de fazer suas escolhas (ou confira antecipadamente através da internet, por exemplos, a caloria das refeições). Evite os itens do cardápio com as palavras “frito “, ” crocante ” e “molho especial”, que são pratos, geralmente, com alto grau de calorias.
10 Lembre-se de somar ao seu consumo de caloria diário as calorias das barras energéticas, bebidas esportivas e géis que você consumir durante uma corrida. Consuma-os apenas quando necessário.
Fonte: www.bahiarun.com.br
segunda-feira, 11 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Treinamento em baixas temperaturas
Veja os cuidados que você deve tomar ao sair para correr em dias frios
Por Newton Nunes para O2 Por Minuto
O treinamento físico em ambiente frio requer alguns cuidados para um bom desempenho. Alguns poderiam até perguntar se não seria um absurdo treinar em um dia muito frio, contudo, levando-se em consideração alguns aspectos específicos do ambiente que a pessoa irá treinar, não há maiores problemas.
O clima de inverno representa um risco para a saúde menos imediato que o de verão. Muitas pessoas evitam totalmente o frio, exercitando-se em ambientes fechados durante o inverno. Porém, aquelas que decidem continuar com o exercício ao ar livre não costumam correr um grande risco, pois o exercício faz com que o corpo gere grandes quantidades de calor.
Um cuidado importante que as pessoas devem tomar durante treinamento físico no frio é quanto à exposição prolongada em tal ambiente. A hipotermia (temperatura corporal central abaixo do normal) é o grande risco que um atleta pode ser acometido. As baixas temperaturas ambientes favorecem a perda de calor corporal e o vento pode acelerar essa perda.
A água possui uma capacidade térmica muito mais alta que o ar. Se a roupa torna-se úmida em virtude de suor ou de chuva, o risco de hipotermia pode ser drasticamente aumentado, em especial quando o exercício é encerrado e declina a produção de calor metabólico. Quando a roupa torna-se úmida, seu valor isolante fica comprometido e a umidade da pele facilita a perda de calor por condução, convecção e evaporação.
Durante a realização de um treinamento físico em um dia muito frio, a pessoa deve levar em consideração alguns aspectos:
• Antes do alongamento, realizar uma caminhada em ritmo leve a moderado e com movimentação de braços e pernas em vários sentidos por aproximadamente 5 a 10 minutos;
• Após a realização do alongamento e aquecimento, incluir um período inicial na sua corrida com o desenvolvimento de um ritmo um pouco mais leve que nos dias quentes, pois o organismo terá um processo mais gradativo de aquecimento e preparação para o ritmo ideal de corrida do dia;
• Não esquecer da hidratação adequada, pois, em dias quentes, fica mais fácil de perceber a necessidade de ingerir líquidos durante a corrida, contudo, durante o frio, a temperatura baixa e o vento podem enganar o corredor;
• O atleta também deve tomar muito cuidado após o treino, pois sua temperatura abaixa rapidamente e não é indicado estar vestindo ainda a sua roupa úmida do treino;
• O alongamento pós-treino também é muito importante para evitar contraturas e lesões nos treinos seguintes, contudo, é recomendado que seja realizado com o corpo ainda aquecido da corrida.
Através dessas medidas, o atleta poderá continuar realizando seu treinamento físico de forma saudável e equilibrada e, principalmente, respeitando as características de seu organismo e do meio ambiente no qual está treinando.
* Professor Newton Nunes – www.areadetreino.com.br
Professor pelo Instituto do Coração de SP desde 1994.
Especialista em Reabilitação Cardiovascular pelo InCor.
Mestrado e Doutorado em educação física na USP.
Por Newton Nunes para O2 Por Minuto
O treinamento físico em ambiente frio requer alguns cuidados para um bom desempenho. Alguns poderiam até perguntar se não seria um absurdo treinar em um dia muito frio, contudo, levando-se em consideração alguns aspectos específicos do ambiente que a pessoa irá treinar, não há maiores problemas.
O clima de inverno representa um risco para a saúde menos imediato que o de verão. Muitas pessoas evitam totalmente o frio, exercitando-se em ambientes fechados durante o inverno. Porém, aquelas que decidem continuar com o exercício ao ar livre não costumam correr um grande risco, pois o exercício faz com que o corpo gere grandes quantidades de calor.
Um cuidado importante que as pessoas devem tomar durante treinamento físico no frio é quanto à exposição prolongada em tal ambiente. A hipotermia (temperatura corporal central abaixo do normal) é o grande risco que um atleta pode ser acometido. As baixas temperaturas ambientes favorecem a perda de calor corporal e o vento pode acelerar essa perda.
A água possui uma capacidade térmica muito mais alta que o ar. Se a roupa torna-se úmida em virtude de suor ou de chuva, o risco de hipotermia pode ser drasticamente aumentado, em especial quando o exercício é encerrado e declina a produção de calor metabólico. Quando a roupa torna-se úmida, seu valor isolante fica comprometido e a umidade da pele facilita a perda de calor por condução, convecção e evaporação.
Durante a realização de um treinamento físico em um dia muito frio, a pessoa deve levar em consideração alguns aspectos:
• Antes do alongamento, realizar uma caminhada em ritmo leve a moderado e com movimentação de braços e pernas em vários sentidos por aproximadamente 5 a 10 minutos;
• Após a realização do alongamento e aquecimento, incluir um período inicial na sua corrida com o desenvolvimento de um ritmo um pouco mais leve que nos dias quentes, pois o organismo terá um processo mais gradativo de aquecimento e preparação para o ritmo ideal de corrida do dia;
• Não esquecer da hidratação adequada, pois, em dias quentes, fica mais fácil de perceber a necessidade de ingerir líquidos durante a corrida, contudo, durante o frio, a temperatura baixa e o vento podem enganar o corredor;
• O atleta também deve tomar muito cuidado após o treino, pois sua temperatura abaixa rapidamente e não é indicado estar vestindo ainda a sua roupa úmida do treino;
• O alongamento pós-treino também é muito importante para evitar contraturas e lesões nos treinos seguintes, contudo, é recomendado que seja realizado com o corpo ainda aquecido da corrida.
Através dessas medidas, o atleta poderá continuar realizando seu treinamento físico de forma saudável e equilibrada e, principalmente, respeitando as características de seu organismo e do meio ambiente no qual está treinando.
* Professor Newton Nunes – www.areadetreino.com.br
Professor pelo Instituto do Coração de SP desde 1994.
Especialista em Reabilitação Cardiovascular pelo InCor.
Mestrado e Doutorado em educação física na USP.
Conheça tipos de dores nas costas que a corrida pode causar
Da Webrun
Por David Homsi
Dores nas costas são frequentes na pratica da corrida de rua e uma atenção especial deve ser tomada em mulheres que tem a curvatura lombar em “exagero”, as chamadas hiperlordoses. Este exagero na curvatura lombar associada à uma fraqueza da musculatura abdominal, pode levá-la a quadros de dor lombar e, em alguns casos, até mesmo com irradiação para membros inferiores, a chamada ciatalgia.
A dor lombar, também chamada de lombalgia, pode ser definida como qualquer dor, com ou sem rigidez (perda de mobilidade) que acomete da região lombar até a prega glútea. Quando existe uma irradiação dessa dor para as pernas, ela passa a se chamar Lombociatalgia, porque se admite que o nervo ciático esteja envolvido. Nesses casos é possível a dor estar acompanhada de déficit motor e/ou sensitivo, pois pode haver um pinçamento do nervo ciático.
A arquitetura da coluna vertebral é adaptada para suportar os mecanismos de pressão. Os músculos lombares e ligamentos funcionam como estabilizadores ativos e passivos, respectivamente. Os discos intervertebrais, intercalados com os corpos ósseos das vértebras, conferem mobilidade e estabilidade e funcionam como verdadeiros amortecedores durante a corrida, absorvendo energia pelo chamado mecanismo hidráulico.
Esteira – A corrida na esteira como atividade cíclica, pode prejudicar este mecanismo e levar à degeneração precoce dos discos intervertebrais, com ou sem herniações, principalmente da região lombar, podendo levar à chamada lombalgia discogênica. Outras lesões por micro-traumas na coluna vertebral incluem as fraturas por estresse, mais comuns em mulheres portadoras de osteoporose, e as “apofisites”, lesões na placa de crescimento do corpo vertebral em adolescentes ainda em crescimento.
O aumento das curvaturas fisiológicas (hipercifose e hiperlordose) e curvas anormais (escolioses), associados à tensão excessiva da musculatura extensora e fraqueza dos flexores abdominais e cervicais, podem levar à lombalgia (já citada anteriormente) e cervicalgia mecânicas, respectivamente. São aquelas dores que, em geral, surgem um dia após a corrida, sem motivo evidente e que, por mais que incomodem, são auto limitadas, respondendo bem à medicação e ao repouso.
Enfim, as possíveis lesões que a corrida pode trazer são microtraumáticas e de desenvolvimento lento que progride até se tornar incapacitante. Tenha sempre contato com seu treinador e, em caso destas dores persistirem, consulte um médico especializado.
Por David Homsi
Dores nas costas são frequentes na pratica da corrida de rua e uma atenção especial deve ser tomada em mulheres que tem a curvatura lombar em “exagero”, as chamadas hiperlordoses. Este exagero na curvatura lombar associada à uma fraqueza da musculatura abdominal, pode levá-la a quadros de dor lombar e, em alguns casos, até mesmo com irradiação para membros inferiores, a chamada ciatalgia.
A dor lombar, também chamada de lombalgia, pode ser definida como qualquer dor, com ou sem rigidez (perda de mobilidade) que acomete da região lombar até a prega glútea. Quando existe uma irradiação dessa dor para as pernas, ela passa a se chamar Lombociatalgia, porque se admite que o nervo ciático esteja envolvido. Nesses casos é possível a dor estar acompanhada de déficit motor e/ou sensitivo, pois pode haver um pinçamento do nervo ciático.
A arquitetura da coluna vertebral é adaptada para suportar os mecanismos de pressão. Os músculos lombares e ligamentos funcionam como estabilizadores ativos e passivos, respectivamente. Os discos intervertebrais, intercalados com os corpos ósseos das vértebras, conferem mobilidade e estabilidade e funcionam como verdadeiros amortecedores durante a corrida, absorvendo energia pelo chamado mecanismo hidráulico.
Esteira – A corrida na esteira como atividade cíclica, pode prejudicar este mecanismo e levar à degeneração precoce dos discos intervertebrais, com ou sem herniações, principalmente da região lombar, podendo levar à chamada lombalgia discogênica. Outras lesões por micro-traumas na coluna vertebral incluem as fraturas por estresse, mais comuns em mulheres portadoras de osteoporose, e as “apofisites”, lesões na placa de crescimento do corpo vertebral em adolescentes ainda em crescimento.
O aumento das curvaturas fisiológicas (hipercifose e hiperlordose) e curvas anormais (escolioses), associados à tensão excessiva da musculatura extensora e fraqueza dos flexores abdominais e cervicais, podem levar à lombalgia (já citada anteriormente) e cervicalgia mecânicas, respectivamente. São aquelas dores que, em geral, surgem um dia após a corrida, sem motivo evidente e que, por mais que incomodem, são auto limitadas, respondendo bem à medicação e ao repouso.
Enfim, as possíveis lesões que a corrida pode trazer são microtraumáticas e de desenvolvimento lento que progride até se tornar incapacitante. Tenha sempre contato com seu treinador e, em caso destas dores persistirem, consulte um médico especializado.
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